Este texto não é apenas uma reflexão, mas uma tomada de posição. Ele nasce da convicção de que a autonomia não é garantida nem pela tecnologia, nem pelo Estado, nem por sistemas tuteladores — mas pela prática consciente da decisão. O que segue é um manifesto no sentido forte: uma recusa da infantilização e uma afirmação da soberania pessoal na era do algoritmo. Manifesto do Cidadão Autônomo: Do Tutelado ao Soberano na Era do Algoritmo I. Contra o Poder Tutelar e a Infância Espiritual Rejeitamos a sedução da "segurança do berço ao túmulo" que nos reduz a uma "horda de animais tímidos e diligentes". Não aceitamos que o Estado ou o Algoritmo assumam o papel de "poder paternal" que, em vez de nos preparar para a vida adulta, nos mantém irrevogavelmente atados à infância. A verdadeira cidadania exige a recusa dos "prazeres pequenos e vulgares" em favor da busca pelo que realmente importa. II. O Direito ao Hiato Deliberatório Reivindicamos o "...
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Reflexões jurídicas sobre poder, linguagem e sociedade
Reflexões jurídicas e institucionais sobre o Direito, o poder e suas narrativas, à luz da razão crítica e da experiência prática.
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